quarta-feira, 3 de maio de 2017

CONTINUAR A LUTA O REGULAMENTAR? ***** E O PROJETO NO SENADO FEDERAL?


Sem dúvidas a derrubada dessa liminar em São Paulo, traz novo ânimo para os taxistas de todo o Brasil.

A ansiedade em saber o quando as coisas irão se resolver, é natural, mas é preciso entender que essas discussões levam tempo... E nunca é o melhor tempo para quem está sendo massacrado, como os taxistas estão sendo.

Então, o que fazer?

O que se pode fazer de momento, é investir em qualidade no atendimento e tentar praticar uma politica de preços diferenciadas, uma promoção por exemplo, para atrair e reconquistar clientes.

E qualidade, não é comprar um Corolla e continuar dirigindo pela Av. Atlântica com a janela aberta fumando e escolhendo corridas...

Qualidade é procurar fazer um bom atendimento.

Temos que nos livrar do achismo, achar que sabe tudo. Empresas que enfrentam problemas como o nosso, investem nesse tipo de treinamento e superam as crises.

Claro que só isso não resolve, mas um conjunto de atitudes conjuntas podem trazer a solução que tanto esperamos: O aumentos dos ganhos diários.

E O PROJETO NO SENADO FEDERAL? 

Em Brasília, no Senado Federal, as coisas estão se encaminhando melhor do que pensávamos. Não tão bom quanto precisávamos, mas caminhando.

O projeto já foi lido agora me Abril, e distribuido a três comissões, CCJ, CCT e CAS.

Taxistas de todo o Brasil estão praticamente em peregrinação pelos gabinetes dos senadores em seus estados e no Distrito Federal. 

Um projetos desses, leva em média uns dois anos para se votar, mas acreditamos que em mais uns dois meses consigamos a tramitação. 

Falta ainda a confirmação, se os outros dois projetos de lei do Senado, os PLS's 530 e 726, ambos de 2015, irão tramitar juntos. 

Se apensado ao PLC 28/2015, significa que as "pontas soltas" serão juntadas, e o debate irá acontecer. 

É preciso que entendamos que a preparação de uma votação desse tipo é preciso de tempo, e 60 dias é um prazo razoável de acontecer... 

Vamos batalhar para que isso se confirme, no final do mês irei a Brasília, mas antes disso, vou acompanhando por aqui através de telefone e email. 











segunda-feira, 1 de maio de 2017

Dia do trabalhador em tempos de neoliberalismo

Se perguntar ao taxista o que comemorar nesse dia , comemorar o quê?

Estamos vivendo uma das maiores crises, ou o verdadeiro "crash" profissional .

Na semana passada, os comentários em rede social sobre a greve do dia 28 e as reformas políticas em relação aos direitos trabalhistas, davam conta de uma revolta geral da população, é um
Certo sarcasmo dos taxistas .

A verdade é que o trabalhador só se da conta , quando ele é afetado em sua base, quando seu calo aperta.

E no meio dessa confusão , a impresso que temos é que só o motorista dos aplicativos se deram bem ! Só que não ... Estão submetidos a um sub -emprego, uma sub-atividade econômica que está mascarada de evolução tecnológica !

A única inovação que o Uber trouxe , foram os dólares capazes de convencer de delegados de polícia , a guardas municipais , chegando aos juízes e desembargadores de vários Tribunais e até alguns deputados e senadores.

Um verdadeiro engodo ! Porque antes da chegada ao Brasil do Uber, esse mesmo serviço era taxado de clandestino, pirata e etc... hoje é inovação tecnológica ! Muita cara de pau!

Faço também minha crítica , cortando na própria carne !

Numa metáfora chula , as coisas eram assim:

O Noivo é o taxista, a noiva o passageiro e o padre , a Prefeitura .

Chegou um garotão sarado , e levou a noiva .

Ao invés de reconquitar a noiva perdida , aguardamos a solução que nunca chega !

Falar em estratégias de mercado , não significa abandonar as lutas políticas e judicias , até porque são elas quem vão equilibrar as forças .

Mas eu tenho a impressão que todos pensam que uma lei ou decisão judicial irá mudar o comportamento da população .

Vivemos o marketing de esperanças ... vai que dá certo ...

O cliente se importa com qualidade também , mas antes disso, antes até do preço , temos que falar em ATENDIMENTO. É isso que o Uber inovou , usou uma técnica básica de qualquer ramo varejista , juntou PESSOAS, criou um PROCESSO e entrega um PRODUTO.

Assim como fui o primeiro a falar de Uber nas redes sociais e a manifestar -se sobre o tema , hoje estou falando sobre esse .

Daqui a uns dois anos , os taxistas que sobrarem , vão falar disso, ou contar como sobreviveram mudando suas atitudes e agindo assim...

Não sabe como, comece lendo este site:



Feliz dia do trabalhador !

Que possamos pensar diferente daqui pra frente !





                                          

 MaiakovskiPoema de autoria de Eduardo Alves da Costa, 1935,No caminho com Maiakóvski


Maiakóvski (foto ao lado) foi um poeta russo "suicidado" após a revolução de Lenin…  
"Na primeira noite, eles se aproximam      e roubam uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada. 
Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão.  E não dizemos nada. 
Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz,  e, conhecendo nosso medo,                 arranca-nos a voz da garganta. 
E porque não dissemos nada,                 já não podemos dizer nada."
Depois de Maiakovski outros se manifestaram… 

"Primeiro levaram os negros, Mas não me importei com isso.
Eu não era negro. 
Em seguida levaram alguns operários,Mas não me importei com isso
Eu também não era operário. 
Depois prenderam os miseráveis, Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável. 
Depois agarraram uns desempregados, Mas como tenho meu emprego
Também não me importei.
Agora estão me levando, Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém,
Ninguém se importa comigo.


Bertold Brecht (1898-1956).............

"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
Como não sou judeu, não me incomodei. 
No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista.
Como não sou comunista, não me incomodei . 
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.
Como não sou católico, não me incomodei. 
No quarto dia, vieram e me levaram;
já não havia mais ninguém para reclamar... "

Martin Niemöller, 1933
- símbolo da resistência aos nazistas. 
.......................

"Primeiro eles roubaram nos sinais, mas não fui eu a vítima, 
Depois incendiaram os ônibus, mas eu não estava neles; 
Depois fecharam ruas, onde não moro; 
Fecharam então o portão da favela, que não habito; 
Em seguida arrastaram até a morte uma criança, que não era meu filho... "


Cláudio Humberto, em 09 Fev. de 2007

..............

O que os outros disseram, foi depois de ler Maiakovski. 


E você, depois de ler essas opiniões, vai ficar inerte ou vai começar a realizar mudanças positivas à sua volta? 
Vamos lá! Sai da acomodação e medo e comece a fazer alguma coisa 

que está ao seu alcance fazer para que mudanças aconteçam 
no ambiente social em que vive, seja em sua rua, em seu bairro, 
na política local (escolhendo melhor os representantes políticos municipais, estaduais e nacionais), 
em seu meio ambiente, em sua cidade. 
Seja um cidadão ativo em sua comunidade. 
Sua ação é importante para que aconteçam mudanças. 
Faça bem a sua parte! 

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VERSÃO BRASILEIRA DO POEMA DE MAIAKOVSKY
NA PRIMEIRA NOITE, ELES NOS DERAM UM TAMBOR E BATUCAMOS ATÉ AMANHECER.
NA MANHÃ SEGUINTE, ELES NOS DERAM UMA BOLA E JOGAMOS ATÉ ANOITECER.
ENTÃO, ELES NOS DERAM UM TERÇO E REZAMOS ATÉ ANOITECER.
DEPOIS, ELES NOS DERAM UMA TV E ASSISTIMOS BBB ATÉ AMANHECER.
ENTÃO, ELES LEVARAM NOSSOS CÉREBROS E LHES AGRADECEMOS, PORQUE ERAM MUITO PESADOS PARA CARREGAR.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

RRF - REGIME DE RECUPERAÇÃO FISCAL, SERÁ QUE AFETARÁ O TAXISTA?


No dia 04 de abril, quando estávamos na Câmara dos deputados, participei de uma reunião da liderança do PMDB, na plenária 3, minha finalidade era abordar deputados em favor do PL 5587, aprovado e que agora está no Senado Federal, sob o número PLC 28/2017.

Assisti a apresentação do Deputado carioca Pedro Paulo, relator do projeto que leva a sigla de RRF e o assunto me chamou atenção.

Dias atrás, um taxista chamado Flávio (Cooparioca) me telefonou e perguntou sobre a hipótese do desconto de ICMS ser cortado, um benefício conhecido a anos pelo taxista e que é de suma importância para a troca de carro.

Por falar em troca de carro, estou aguardando uma conversa com o gabinete do Senador Eduardo Lopes, para reunir a turma da célula de inteligência e irmos a Prefeitura.

São assuntos paralelos, porém, quero aproveitar a oportunidade com o governo municipal, e tratar de dois assuntos: Regulamentação dos aplicativos de carros particulares nos moldes da Lei Federal e adiamento do prazo para troca do táxi para até 08 anos, mediante bom estado de conservação e vistoria.

Mas voltando ao tema da postagem...

Confesso que não consegui levantar todas as informações possíveis, então peço a ajuda dos nossos leitores que me ajudem nessa empreitada. Vou compartilhar o número do projeto e uma matéria extraída do site oficial da CD- Câmara dos Deputados, dessa forma, fica o caminho mais fácil para quem puder se aprofundar no assunto.

Com nossa categoria mais organizada e cheias de líderes, fica mais fácil de atuar nas várias frentes de trabalho, não adianta todos correrem sempre na mesma direção, temos de tratar dos vários temas em paralelo o tempo todo.

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Câmara aprova texto-base do projeto de recuperação de estados endividados

Plenário ainda vai analisar destaques que tentam alterar pontos polêmicos do texto
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (18), por 301 votos a 127, o texto-base do Projeto de Lei Complementar (PLP) 343/17, do Poder Executivo, que cria o Regime de Recuperação Fiscal dos Estados para ajudar os entes endividados em troca de contrapartidas como elevação de alíquotas de contribuição social de servidores, redução de incentivos tributários e privatizações.
Os destaques apresentados ao texto do relator, deputado Pedro Paulo (PMDB-RJ), serão analisados a partir desta quarta-feira (19).
A proposta beneficiará, em um primeiro momento, estados em situação de calamidade fiscal, como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. A adesão ao regime dependerá da aprovação de leis estaduais impondo restrições nos gastos.
Uma das mudanças feitas pelo relator é quanto à possível inadimplência do estado participante no pagamento de empréstimos ao sistema financeiro e com instituições multilaterais (BID, por exemplo).
Segundo o texto, a União não poderá executar as contragarantias oferecidas pelo estado para obter a garantia primária da União. Assim, os valores não pagos pelos estados serão honrados pelo governo federal e contabilizados pelo Tesouro Nacional, com correção segundo os encargos financeiros de normalidade previstos nos contratos originais.
O total acumulado será cobrado junto com o retorno do pagamento das parcelas das dívidas com a União, após o período de carência. As regras valem para operações contratadas antes do ingresso no regime.
Moratória
Segundo o projeto, o regime poderá durar até três anos, com prorrogação pelo mesmo período inicial. Durante esse período inicial (até três anos), o estado não pagará as prestações da dívida devidas à União, uma espécie de moratória. Se ocorrer uma prorrogação do regime, os pagamentos das prestações serão retomados de forma progressiva e linear até atingir o valor integral ao término do prazo da prorrogação.
Esses valores não pagos serão corrigidos pelos encargos financeiros previstos originariamente nos contratos para acrescentá-los aos saldos devedores atualizados.
Além de medidas de redução de gastos, que cada ente federado participante deverá instituir por meio de leis próprias, a moratória provisória será garantida pela vinculação de recursos dos repasses aos estados previstos constitucionalmente (IRRF descontado de seus servidores, Fundo de Participação dos Estados, parte do IPI) e de tributos de sua competência (IPVA, ICMS, transmissão causa mortis).
Pré-acordo
substitutivo propõe ainda a assinatura de um pré-acordo de adesão entre os governos estadual e federal. No documento deverão constar, por exemplo, o interesse de aderir ao regime e a capacidade do plano de equilibrar as contas.
Contrapartidas
Antes de começar a contar com os benefícios do regime, o estado interessado deve aprovar leis com as contrapartidas exigidas pelo projeto, como autorização para privatizar empresas dos setores financeiro, de energia e de saneamento e outros, se necessário à quitação de passivos; adoção de fundo complementar de aposentadoria para os servidores; e aumento da alíquota de contribuição para o Regime Próprio de Previdência Social dos servidores ativos, inativos e pensionistas para, no mínimo, 14%, além de alíquota extraordinária e temporária, se necessário.
Em relação às privatizações, Pedro Paulo estipulou que, se o pré-acordo projetar uma arrecadação com privatização superior ao montante envolvido na moratória ou ao necessário para se obter equilíbrio fiscal, o Ministério da Fazenda poderá dispensar o estado de privatizar todas as empresas.
Quanto ao regime jurídico único dos servidores da administração pública direta, autárquica e fundacional, o projeto prevê sua revisão para suprimir benefícios ou vantagens não previstos no regime jurídico único dos servidores públicos da União. Alternativamente, o substitutivo permite a adoção de uma lei de responsabilidade fiscal estadual com regras para conter o crescimento de despesas obrigatórias.
As pensões estaduais também deverão seguir as regras da Lei 13.135/15, que limita sua concessão segundo a idade do cônjuge beneficiário.
Essas leis terão ainda de prever a redução dos incentivos tributários em, no mínimo, 10%, ressalvados aqueles concedidos por prazo certo e em função de determinadas condições, não especificadas no projeto. O texto original previa 20% ao ano.
O estado não poderá, durante o regime de recuperação fiscal, realizar saques em contas de depósitos judiciais, ressalvados aqueles permitidos pela Lei Complementar 151/15, enquanto não houver a recomposição do saldo mínimo do fundo de reserva. O mecanismo instituído por essa lei permite o saque parcial de recursos de depósitos judiciais vinculados a causas tributárias ou não nas quais o estado é parte. O restante forma um fundo para pagar as causas perdidas pelo governo.
Aquele que aderir também terá de realizar leilões de negociação com os fornecedores credores com base no maior desconto para receber antes o pagamento devido pelo governo.
Condições
Para se habilitar ao regime de recuperação fiscal, o estado terá de atender, cumulativamente, a alguns requisitos:
- sua receita corrente líquida (RCL) terá de ser menor que a dívida consolidada existente no ano anterior ao da solicitação de ajuda;
- as despesas liquidadas com pessoal, com juros e com amortizações terão de representar, no mínimo, 70% da RCL do ano anterior ao do pedido; e
- o valor total de obrigações contraídas terá de ser maior que as disponibilidades de caixa.
Atendidas essas condições e aprovadas as leis com as contragarantias, o estado poderá entrar com o pedido no Ministério da Fazenda, apresentando o plano detalhado de recuperação.
O texto não estabelece um prazo de análise, mas, após a publicação do ato com a primeira avaliação, o Ministério da Fazenda emitirá um parecer sobre a viabilidade do plano. Caso o considere insuficiente, o estado poderá apresentar outro com medidas adicionais a qualquer tempo.
Proibições
O projeto de lei complementar lista ainda proibições aos estados participantes do regime de recuperação fiscal. Durante o período da suspensão dos pagamentos do serviço da dívida, o estado não poderá:
- conceder aumento ou vantagem de qualquer natureza aos servidores e membros de poderes, exceto os derivados de sentença judicial transitada em julgado;
- criar cargos ou contratar pessoal, exceto para repor vagas;
- criar ou aumentar auxílios, bônus, abonos e verbas de representação de membros de poderes ou de servidores;
- criar despesa obrigatória de caráter continuado;
- reajustar qualquer obrigação acima da variação anual do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ou da variação anual da receita corrente líquida, o que for menor;
- conceder benefício tributário com renúncia de receita, exceto o aprovado unanimemente pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz);
- contratar publicidade e propaganda, exceto para as áreas de saúde, segurança, educação no trânsito e outras de “demonstrada utilidade pública”;
- contratar operações de crédito, ressalvadas as autorizadas no âmbito do regime de recuperação fiscal; e
- celebrar convênio que envolva a transferência de recursos para outros entes federativos ou para organizações da sociedade civil.
Quanto aos convênios, o substitutivo de Pedro Paulo incluiu exceções. Poderão ser renovados os convênios já vigentes, aqueles julgados necessários para a efetiva recuperação fiscal e aqueles decorrentes de parcerias com organizações sociais da sociedade civil (OSC) que impliquem redução de despesa.
Na reformulação do substitutivo feita pelo relator, ele incluiu igual exceção para os convênios destinados a serviços essenciais, a situações emergenciais e a atividades de assistência social relacionadas a ações para pessoas com deficiência, idosos, mulheres, jovens em situação de risco e às ações que complementam o cumprimento de limites constitucionais, como aplicações em saúde e educação.

terça-feira, 25 de abril de 2017

CONTATO COM A PREFEITURA SOBRE O ADIAMENTO DO TEMPO DO TÁXI E SENADOR EDUARDO LOPES

Na segunda feira dia 24 de abril, fiz contato com o assessor especial do Prefeito Crivella e conversamos sobre a possibilidade de adiar a validade do táxi, que hoje é de 06 anos, mas os taxistas com muita dificuldade financeira, pedem que seja alterado para 08 anos pelo menos.

A proposta é que nos dois primeiros anos, não seja necessário fazer vistoria, no 3º,4º e 5º anos, vistoria anual, no 6º,7º e 8º ano, vistoria semestral, e caso se estenda por até 10 anos, vistorias trimestrais como acontece em alguns municípios.

Com relação ao contato com o Senador Eduardo Lopes, pedi ao assessor para intermediar a agenda e me passou o contato.

É preciso fortalecer estes contatos para nos sairmos bem lá em Brasíla.

Hoje e amanha, colegas de vários estados se reunirão no Distrito Federal para fazer um balanço e traçar as metas das próximas semanas.